Publi Saúde

Atendimento aos casos de parada respiratória Avaré, São Paulo

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

BCM CURSOS
17-31218799
RUA DR PRESCILIANO PINTO,2026
SAÕ JOSE DO RIO PRETO, São Paulo
CURSO DE OSTEOPATIA APLICADA À COLUNA VERTEBRAL
(14)3432-1375
RUA TUPÃ, 272
MARÍLIA, São Paulo
Eingles - Curso de Ingles
11-2282-0167
Rua Milagre dos Peixes, 8
São Paulo, São Paulo
SIGLA DIGITAL - Treinamento em Informática
(16) 8123-8952
Rya Américo Caravieri, 1086
Franca, São Paulo
Instituto do Potencial Humano (INPH)
19 3582 9223
Rua Nélio Guimarães, 1521, Jd. São Luis
Ribeirão Preto, São Paulo
CDHP - Centro de Desenvolvimento Humano e Profissional
(19)33869357
Rua Irmã Serafina, 863 cj. 93
Campinsa, São Paulo
INTENSIVO JULHO: Aulas Particulares de Espanhol
17 81396614
rua suzana buissa
sao josé rio preto, São Paulo
André Melo Assessoria Esportiva
(118) 411-2385
Rua Europa, 4 - Jardim Imperatriz
Itapecerica da Serra, São Paulo
MACPLAST ACRILICOS
11-3872.7284
RUA QUARAHIM 67
SÃO PAULO, São Paulo
Direct Method - Inglês e Espanhol Inovador
12 30147909
Rua Franz de Castro Holzwarth 103, Edifício San Diego - sala 112
Jacareí, São Paulo
Fornecido por: 

Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde