Atendimento aos casos de parada respiratória Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.
Comissario de Bordo
(27) 3035-2855
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http://comissariodevoovitoriaes.blogspot.com/
Vitória, Espírito Santo
Vitória, Espírito Santo
Escola de Aviação (Comissário de Voo)
(27) 3035-2855
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Vitória (Espírito Santo)
Vitória, Espírito Santo
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Colegios CCI Unidade III
(27) 3236-0823
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r São Jorge, 9, Porto De Santána
Cariacica, Espírito Santo
Cariacica, Espírito Santo
Ipbi Cursos
(27) 3341-1683
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r Vila Nova, 38, Taquaras I
Serra, Espírito Santo
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Pedro Albuquerque de Almeida
(27) 3328-4992
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r Miguel Angelo, 601
Carapina, Espírito Santo
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Escola Brasileira de Medicina Chinesa - Unidade Vila Velha
(27) 3032-7242
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Rua Antônio Ataíde, 681
Vila Velha, Espírito Santo
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Atelier de Costura
(27) 3225-5729
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r Neves Armond, 210, sl 402, Praia Do Sua
Vitória, Espírito Santo
Vitória, Espírito Santo
Leonardo R Cardoso
(27) 3324-6448
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r José Teixeira, 571, Praia Do Canto
Vitória, Espírito Santo
Vitória, Espírito Santo
Campagnaro Comunicação Ltda
(27) 3315-5062
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r Nossa Senhora da Penha, 595, sl 1103, Penha
Vitória, Espírito Santo
Vitória, Espírito Santo
Lúcia C Simões
(27) 3341-7767
(27) 3341-7767
r Purua, 14
Carapina, Espírito Santo
Carapina, Espírito Santo
Atendimento aos casos de parada respiratória
| Apostila de Primeiros Socorros (parte 2) |
| Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir: 1. DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA . A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal. 2. POSICIONE A VÍTIMA . Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça). 3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO. Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax). 4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL . Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma: 1. Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados); 2. Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima; 3. Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente. No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos). Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de... |

