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Atendimento aos casos de parada respiratória João Pessoa, Paraíba

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

Neide Atelier
(83) 247-8054
av Nossa Senhora dos Navegantes, 104, sl 205, Tambaú
João Pessoa, Paraíba
SENAI Centro de Educação Profissional
(83) 233-2156
r Ind, Distrito Indl
João Pessoa, Paraíba
Consórcio Ceenge Dias e Resston
(83) 246-5597
av Esperança, 1265, Manaira
João Pessoa, Paraíba
Escola Enfermagem Vicente Paula
(83) 243-1144
av Pres e Pessoa, 550, Centro
João Pessoa, Paraíba
Capacite Cursos Capac Tec Educacionais
(83) 222-7017
av Prsa Isabel, 285
João Pessoa, Paraíba
Fazendo Arte Teatro e Dança
(83) 247-5545
r João Cancio da Silva, 581, Manaira
João Pessoa, Paraíba
Caixa Escolar Etfpb
(83) 241-8725
av CEL E D Lins SN
João Pessoa, Paraíba
Escola Enfermagem Santa Emilia Rodat
(83) 221-2863
pc C Brandão SN
João Pessoa, Paraíba
Conbrav Consórcio Bras Veículos
(83) 247-6309
av Sen, 931
João Pessoa, Paraíba
Caixa Escolar Et Fp B
(83) 221-1229
av 1 Maio, 720
João Pessoa, Paraíba

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Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

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