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Atendimento aos casos de parada respiratória Natal, Rio Grande do Norte

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

Norpave Adm de Consórcios Sc
(43) 328-2626
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Londrina, Paraná
Escola de 1 Grau Evangélica Luterana Emanuel
(55) 3332-6770
r 25 Julho, 252, Ijuí
Ijui, Rio Grande do Sul
Irja Dinegri
(53) 232-9519
av Major Carlos Pinto, 492, Cidade Nova
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Dione C Alves
(51) 483-7298
r João Barbosa, 618, Americana
Alvorada, Rio Grande do Sul
IBESI Instituto Brasileiro de Ensino e Sistema
(11) 3701-0275
R Tabapuã, 497, Itaim Bibi
São Paulo, São Paulo
R Della Giacoma e Irmão
(41) 222-5448
r Lamenha Lins, 990, Centro
Curitiba, Paraná
Vera Lanakiewa
(21) 2610-3660
r Lopes Trovão, 52, sl 507, Icaraí, Niterói
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Benedito P Costa
(61) 327-3330
r Scn Q, 1, bl c sl 201
Brasília, DF
Pré Vestibular Expansão
(61) 443-6671
r Crs, 505, bl b ent 1 sl, Asa Sul
Brasília, DF
Ana MF R Castro
(31) 3281-5557
r Marquesa de Santos, 2727, sl 206, Minaslandia (primeiro De Maio)
Belo Horizonte, Minas Gerais

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Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

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