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Atendimento aos casos de parada respiratória Porto Velho, Rondônia

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

SENAI Serv NAC Aprendizagem Indl
(69) 224-5575
av Farquar, 2391, Centro
Porto Velho, Rondônia
Colégio Vale do Guaporé
(69) 221-1995
r Gonçalves Dias, 131, Caiari
Porto Velho, Rondônia
SENAC Serv Nacional de Aprendizagem Coml Dpto Regional de RO
(69) 229-6058
av Farquar, 3874, Centro
Porto Velho, Rondônia
Iza Farina Grangeiro
(69) 221-5746
r José de Alencar, 3174, Centro
Porto Velho, Rondônia
Elza Machado Camargo
(69) 223-3534
r Dom Pedro II, 2692, Centro
Porto Velho, Rondônia
Maria Carmo Peres
(69) 210-0054
av Meridional, 271, Cidade Do Lobo
Porto Velho, Rondônia
Francisco Lazaro Galdino Matos
(69) 221-6227
r Joaquim Nabuco, 2012, lj a, Areal
Porto Velho, Rondônia
Ceteron Centro Tec Educacional Rondônia Ltda
(69) 221-8938
r Francisco Caldas, 200, sl 2
Porto Velho, Rondônia
Athelmar Eronides Viana Oliveira
(69) 221-6187
av Pinheiro Machado, 1500, Centro
Porto Velho, Rondônia
Coopeduc Coop de Professores
(69) 224-3500
r Marechal Deodoro, 1856, Tucumanzal
Porto Velho, Rondônia

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Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

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