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Atendimento aos casos de parada respiratória São Luís, Maranhão

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

Tatiana Lima Santos
(993) 521-0012
rua santa maria, 1432
caxias, Maranhão
Colégio Pax
(98) 245-6414
av Alcinio Bilio, 8
São Luís, Maranhão
Pré Vestibular Paralelo
(98) 231-9155
r Veado, 441
São Luís, Maranhão
Cia de Dança de Salão Jacira Silveira
(98) 236-6365
r Daniel de La Touche, 999, sl 60, Vila Palmeira
São Luís, Maranhão
Alice Sidrim
(98) 221-3516
r Jansen Muller, 42, Centro
São Luís, Maranhão
Centro de Treinamento Herança Brasil Capoeira
98-88029139
Elevado da Cohama
São Luis, Maranhão
Consórcio Rodobem de Imóvel
(98) 227-1023
av Colares Moreira, 3706, f sl 421, São Francisco
São Luís, Maranhão
Luís Augusto Lima
(98) 227-7747
r Acapus, 23, qd 58, Jardim Renascença
São Luís, Maranhão
Curso Veliton
(98) 249-0782
r Getulio Vargas, 18, João Paulo
São Luís, Maranhão
Curso Paladium
(98) 232-4513
pc Catulo da Paixão Cearense, 3, a, Vila Passos
São Luís, Maranhão

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Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

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