Publi Saúde

Atendimento aos casos de parada respiratória São Paulo, São Paulo

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

O consulado Idiomas
01139810028
Av. Imirim 3012
Sao Paulo, São Paulo
Cursos de Pós-Graduação - Presenciais e a Distância - UNIARA/Araraquara
0800-556588
www.uniara.com.br/posgraduacao
Araraquara, São Paulo
Direct Method - Inglês e Espanhol Inovador
12 30147909
Rua Franz de Castro Holzwarth 103, Edifício San Diego - sala 112
Jacareí, São Paulo
Borracha beat box
11-8424-9684
Rua Carubinha n° 70 BL1 AP 301
São Paulo, São Paulo
INTENSIVO JULHO: Aulas Particulares de Espanhol
17 81396614
rua suzana buissa
sao josé rio preto, São Paulo
SIGLA DIGITAL - Treinamento em Informática
(16) 8123-8952
Rya Américo Caravieri, 1086
Franca, São Paulo
Wise Up
12 36218863
Av Marechal Deodoro, 49
Taubate, São Paulo
MACPLAST ACRILICOS
11-3872.7284
RUA QUARAHIM 67
SÃO PAULO, São Paulo
CENTRO DE TREINAMENTO CAPOEIRA MOVIMENTO
(17) 3012-3470
Rua Rubião Junior 849, pq. industrial (17) 3012-3470
são josé do rio preto, São Paulo
Escola Profissionalizante RN - Cabeleireiros e Manicures
(11) 4033-4222
Av. Marcelo Stefani, 169,Jardim do Lago
Bragança Pta, São Paulo

Fornecido por: 

Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde