Publi Saúde

Atendimento aos casos de parada respiratória Sorocaba, São Paulo

Aprenda como lidar com vítimas de parada respiratória. Conheças as técnicas para iniciar a respiração artificial. Essa matéria é recomendada para leigos e profissionais. Confira as orientações determinantes para o salvamento de vidas.

Instituto Nacional do Potencial Humano
(16) 3236-9410
Rua Nelio Guimaraes, 1521
Ribeirão Preto, São Paulo
Direct Method - Inglês e Espanhol Inovador
12 30147909
Rua Franz de Castro Holzwarth 103, Edifício San Diego - sala 112
Jacareí, São Paulo
Tensaikai
(19)3281-5449
R.Tarsila de amaral 215 Hortolândia S/P
Campinas, São Paulo
Escola Profissionalizante RN - Cabeleireiros e Manicures
(11) 4033-4222
Av. Marcelo Stefani, 169,Jardim do Lago
Bragança Pta, São Paulo
CURSO DE OSTEOPATIA APLICADA À COLUNA VERTEBRAL
(14)3432-1375
RUA TUPÃ, 272
MARÍLIA, São Paulo
Digitec Informatica - Digitação de TCCs e Monografias
(199) 812-2723
Av. 2 JI nº 81 Jd. Inocoop
Rio Claro, São Paulo
Instituto do Potencial Humano (INPH)
19 3582 9223
Rua Nélio Guimarães, 1521, Jd. São Luis
Ribeirão Preto, São Paulo
Capoeira Luanda (Aulas de Capoeira)
(19) 81141485
Av. Luiz Gonzaga de Amoêdo Campos, 1111, Lavapés - Zerão
Mogi Mirim, São Paulo
Catho Online Ltda
11 41343500 r2016
Alameda Rio Negro, 433
Barueri, São Paulo
Eingles - Curso de Ingles
11-2282-0167
Rua Milagre dos Peixes, 8
São Paulo, São Paulo
Fornecido por: 

Atendimento aos casos de parada respiratória

Apostila de Primeiros Socorros (parte 2)
Um importante artigo para leigos e também para profissionais de saúde. PARADA RESPIRATÓRIA   Podemos definir a parada respiratória como uma supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser ou não, acompanhada de parada cardíaca. Em caso de parada respiratória, siga as instruções a seguir:  

1.       DETERMINE O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA VÍTIMA .

A pessoa que presta o socorro deve chamar e movimentar levemente a vítima. Nos casos de parada respiratória após um acidente traumático (em especial nos traumas de cabeça e pescoço), movimente a cabeça da vítima o mínimo possível, para evitar o agravamento de lesões já existentes e até uma paralisia por compressão da medula espinhal.  

2.       POSICIONE A VÍTIMA .

Se a vítima encontra-se inconsciente, ou seja, não responde, deite-a de costas sobre uma superfície plana e rígida e libere as vias aéreas, elevando o queixo e inclinando a cabeça para trás (extensão da cabeça).  

3. VERIFIQUE SE A VÍTIMA ESTÁ RESPIRANDO.

Posicione o seu ouvido sobre a boca e o nariz da vítima e verifique se ela respira (ver, ouvir e sentir). Tente ouvir e sentir o ar expirado pela vítima, observando ainda, se o peito está movimentando-se (expansão do tórax).  

4. INICIE A RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL .

Se a vítima não respira, proceda da seguinte forma:

1.       Feche as narinas da vítima com seus dedos (polegar e indicados);

2.       Coloque sua boca com firmeza sobre a boca da vítima;

3.       Sopre lentamente até o peito dela encher-se, retire sua boca e deixe o ar sair livremente.   No socorro de adultos, mantenha a freqüência de 1 ventilação a cada 5 segundos e, 1 ventilação a cada 3 segundos para crianças e 1 sopro bem suave a cada 3 segundos para bebês (0 a 2 anos).

Depois de controlada a situação, transporte à vítima para um hospital. Se não houver retorno espontâneo da respiração, mantenha a respiração artificial durante todo o transporte, até a chegada na unidade hospitalar. Nos acidentes com suspeita de traumatismo cervical (lesão no pescoço), é importante que o socorrista mantenha a cabeça e o pescoço da vítima sempre alinhados e imóveis, movimentando-os com extrema cautela. Nesses acidentes a manobra de...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde