Publi Saúde

Identificando o câncer de tireóide Ananindeua, Pará

Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.

Marcelo Bandeira Coelho Dias
(91) 249-0555
Tv 14 - de Abril 1418
Belem, Pará
Maria Elizabeth S Ferreira
(91) 222-2672
tv Rui Barbosa, 1533, sl 204, Nazaré, Belém
Belem, Pará
Geraldo Mendes Castro Veloso
(94) 322-1420
r FL Dezessete, 20, lt a 25
Marabá, Pará
AB Guerreiro Jr e Cia Ltda
(91) 3721-2010
av Presidente Getulio Vargas, 4367, lj 1, Cristo Redentor
Castanhal, Pará
Brilhante e Cia Ltda
(91) 222-0060
psg Boaventura, 9, Nova Marambaia, Belém
Belem, Pará
Elza Maria Rodrigues Viana
(91) 3229-8800
Av Governador Magalhaes Barata 695 - Sala 210
Belem, Pará
Valdomiro Baia Everdoso
(91) 244-8496
r Municipalidade, 1838, Umarizal, Belém
Belem, Pará
Fabiano Botelho
(94) 321-1396
r 7 Junho, 1056
Marabá, Pará
CLINISA
(91) 249-9100
tr 9 Janeiro, 1702, Belém
Belem, Pará
Avelar Feitosa Ribeiro
(91) 225-2490
r Bernal do Couto, 188, Umarizal, Belém
Belem, Pará
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Identificando o câncer de tireóide

Câncer de Tireóide

Image O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino.  Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço.

Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados.

Sintomas
A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide.

Fatores de Risco
A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide.

Tratamento
O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha.
O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total.

Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total.
   

Fonte: INCA - Ministério da Saúde
...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde