Publi Saúde

Identificando o câncer de tireóide Avaré, São Paulo

Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.

Renato Aurélio Samea
(11) 6128-0176
Regente Feijó 718
São Paulo, São Paulo
Leticia de Andrade Nader
(11) 3232-2119
Rua Conego Januario Barbosa 238
Sorocaba, São Paulo
Paulo Eduardo Bispo dos Santos Prado
Av Waldir Felizola de Moraes 1707
Aracatuba, São Paulo
Luiz Antonio Guimaraes Brondi
(11) 3231-2869
Av Domingos Julio 371
Sorocaba, São Paulo
Hereles Reis Filho
(11) 4712-7016
Antonino Dias Bastos 289
Sao Roque, São Paulo
Ricardo Saraiva de Carvalho
(17) 9142-0695
Rua Dr Antenor Duarte Villela 1331 - Bairro Dr Paulo Prata
Barretos, São Paulo
Silvio Ramon de Aquino Ayala
(11) 4224-2513
R Jose Benedetti 79
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Rodolfo Pinto Machado de Araujo
(11) 3231-9153
Rua Riachuelo 460 - Sl 402/404
Sorocaba, São Paulo
Darwin Pinheiro Machado Zacharias
113-0884
Reboucas 353 - Cj. 33/34
São Paulo, São Paulo
Gerson Deltreggia
(11) 3232-3311
Av Barao de Tatui 1455
Sorocaba, São Paulo
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Identificando o câncer de tireóide

Câncer de Tireóide

Image O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino.  Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço.

Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados.

Sintomas
A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide.

Fatores de Risco
A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide.

Tratamento
O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha.
O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total.

Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total.
   

Fonte: INCA - Ministério da Saúde
...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde