Identificando o câncer de tireóide Belém, Pará
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Marcelo Bandeira Coelho Dias
(91) 249-0555
Tv 14 - de Abril 1418
Belem, Pará
Marcelo Bandeira Coelho Dias
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Tv 14 - de Abril 1418
Belem, Pará BR.66015-010
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Joaquim Nicolau Viana Costa
(91) 222-7584
pas Emanoel O de Almeida, 75, Belém
Belem, Pará
Hermopa Centro Hemoterapia e Hermatologia para
(91) 212-0588
tv Padre Eutiquio, 2109, Com, Belém
Belem, Pará
Agroindustrial Valente Ltda
(91) 242-5730
av Assis de Vasconcelos, 207, Com, Belém
Belem, Pará
Clínica Samaritano
(91) 276-2262
tv Lomas Valentina, 2586, Sacramenta, Belém
Belem, Pará
Elza Maria Rodrigues Viana
(91) 3229-8800
Av Governador Magalhaes Barata 695 - Sala 210
Belem, Pará
Elza Maria Rodrigues Viana
(91) 3229-8800
Av Governador Magalhaes Barata 695 - Sala 210
Belem, Pará BR.66015-010
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Shell Brasil SA Petróleo
(91) 257-1979
aer Internacional da Belém SN, Belém
Belem, Pará
ALL Life
(91) 263-9801
tr WE, 462, Belém
Belem, Pará
Manoel Rosendo Silva Vaz
(91) 257-4953
av Transamazônica, 450, Val-de-caes, Belém
Belem, Pará
Paulo Vergolino Dias
(91) 249-0555
tr 14 Abril, 1418, Belém
Belem, Pará
Dados Divulgados por
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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