Identificando o câncer de tireóide Brasília, DF
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Maria Quiteria Cordeiro dos Santos
Shln Bloco Jsala 14 - Ed. Multiclinicas
Brasilia, DF
Maria Quiteria Cordeiro dos Santos
Shln Bloco Jsala 14 - Ed. Multiclinicas
Brasilia, DF BR.70722-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Sergio Renato Pais Costa
(61) 3445-0268
Shls Lt C - hospital santa lúcia consultórios 8 e 25
Brasilia, DF
Sergio Renato Pais Costa
(61) 3445-0268
Shls Lt C - hospital santa lúcia consultórios 8 e 25
Brasilia, DF BR.70390-700
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Valeska Marques de Menezes Machado
(61) 3315-1406
Shn Qd 605 L 2 - Norte
Brasilia, DF
Valeska Marques de Menezes Machado
(61) 3315-1406
Shn Qd 605 L 2 - Norte
Brasilia, DF BR.70840-050
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Silvio Carlos Duarte
(32) 457-7840
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia Mastologia
Brasilia, DF
Silvio Carlos Duarte
(32) 457-7840
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia Mastologia
Brasilia, DF BR.70330-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Valdir Nunes de Sousa
344-5026
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia
Brasilia, DF
Valdir Nunes de Sousa
344-5026
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia
Brasilia, DF BR.70722-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Aleia Aparecida de Oliveira
335-1639
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia
Brasilia, DF
Aleia Aparecida de Oliveira
335-1639
Cancerologia Ginecologia e Obstetrícia
Brasilia, DF BR.70722-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Jose Nilton Alves de Lima
Shls 716 - Torre Ii Sala 222 Centro Clinico Sul
Brasilia, DF
Jose Nilton Alves de Lima
Shls 716 - Torre Ii Sala 222 Centro Clinico Sul
Brasilia, DF BR.70330-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Marcia Ayres da Motta Teodoro
(61) 3346-1842
Shls 716 Ed. C. Cl. Sul 1 - S 309
Brasilia, DF
Marcia Ayres da Motta Teodoro
(61) 3346-1842
Shls 716 Ed. C. Cl. Sul 1 - S 309
Brasilia, DF BR.70200-670
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Maria Celeste dos S Oliveira
324-5497
Brasilia, DF
Maria Celeste dos S Oliveira
324-5497
Brasilia, DF BR.70330-500
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Clínica SOS Check Up International Vacinacao
(61) 248-4699
r Shis Qi, 9, bl e 1 sl 312, Lago Sul
Brasília, DF
Dados Divulgados por
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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