Identificando o câncer de tireóide Carapicuíba, São Paulo
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Daniel Alvarez Estrada
(11) 3284-0128
Praça Amadeu Amaral 47 - Conjunto 24
São Paulo, São Paulo
Daniel Alvarez Estrada
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Praça Amadeu Amaral 47 - Conjunto 24
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Sidnei Epelman
(11) 3887-0593
Av Nove de Julho 4275
São Paulo, São Paulo
Sidnei Epelman
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Cancerologia
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Rafael Aron Schmerling
(11) 3155-0200
Rua Adma Jafet 91
São Paulo, São Paulo
Rafael Aron Schmerling
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Especialidade
Cancerologia
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Renato Aurélio Samea
(11) 6128-0176
Regente Feijó 718
São Paulo, São Paulo
Renato Aurélio Samea
(11) 6128-0176
Regente Feijó 718
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Armando Radesca Cavaller
113-0837
R Teodoro Sampaio 417 - Sala 44
São Paulo, São Paulo
Armando Radesca Cavaller
113-0837
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ana Amélia Almeida
(11) 3068-0808
Rua Nove de Julho 4644
São Paulo, São Paulo
Ana Amélia Almeida
(11) 3068-0808
Rua Nove de Julho 4644
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Delmas Roldao Robert Pires
(11) 3666-8647
Rua Conselheiro Brotero 1505 - Conj 61
São Paulo, São Paulo
Delmas Roldao Robert Pires
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Marya Lydia Mello de Andrea
(11) 3887-0593
Av Nove de Julho 4275
São Paulo, São Paulo
Marya Lydia Mello de Andrea
(11) 3887-0593
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Hezio Jadir Fernandes Junior
(11) 3797-3000
Av. Angelica 2503 - 10. Andar
São Paulo, São Paulo
Hezio Jadir Fernandes Junior
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Cancerologia
Dados Divulgados por
Renato Melaragno
(11) 3887-0593
Av Nove de Julho 4275
São Paulo, São Paulo
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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