Identificando o câncer de tireóide Cariacica, Espírito Santo
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Fernando Sergio Martins
Rua Ferreira Coelho 330 - Sala 714
Vitoria, Espírito Santo
Fernando Sergio Martins
Rua Ferreira Coelho 330 - Sala 714
Vitoria, Espírito Santo BR.29050-280
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Carlos Magno Bortolini
R.Engenheiro Guilherme Jose Monjardim Varejao 140
Vitoria, Espírito Santo
Carlos Magno Bortolini
R.Engenheiro Guilherme Jose Monjardim Varejao 140
Vitoria, Espírito Santo BR.29045-040
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Vitória Apart Oncologia Ltda.
Rodovia Br 101 - Norte Km 02
Serra, Espírito Santo
Vitória Apart Oncologia Ltda.
Rodovia Br 101 - Norte Km 02
Serra, Espírito Santo BR.29161-340
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Paulo Roberto Brunoro Costa
(28) 3522-9910
Pc Jeronimo Monteiro 101
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Paulo Roberto Brunoro Costa
(28) 3522-9910
Pc Jeronimo Monteiro 101
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo BR.29309-247
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Clínica Lorena
(27) 3343-1550
tv Expedito Garcia, 108, Campo Grande
Cariacica, Espírito Santo
Persio Pinheiro de Freitas
Cancerologia Radioterapia
Vitoria, Espírito Santo
Persio Pinheiro de Freitas
Cancerologia Radioterapia
Vitoria, Espírito Santo BR.29047-040
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Nelson Luiz Nunes de Faria
270-0003
R Xv Deovembro 777
Vila Velha, Espírito Santo
Nelson Luiz Nunes de Faria
270-0003
R Xv Deovembro 777
Vila Velha, Espírito Santo BR.29101-011
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Anderson Magalhaes Zerbone
(28) 3522-7688
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Ed Pasteur Sala 306
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Anderson Magalhaes Zerbone
(28) 3522-7688
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Ed Pasteur Sala 306
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo BR.29309-247
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Unidade Radiológica Fernando Pacheco
(27) 3336-9955
r Barberina Girle Cunha, 3, bl a, Campo Grande
Cariacica, Espírito Santo
União Saúde Ltda
(27) 3226-5244
r México, 19, Jardim América
Cariacica, Espírito Santo
Dados Divulgados por
Fornecido por:
| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde