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Identificando o câncer de tireóide Crato, Ceará

Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.

Alberto Pereira da Silva
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Joao Marcolino de Oliveira Nt
3254-7689
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Vladmir Pinheiro
32579556
isaac amarl 190
Fortaleza, Ceará
Daniel Willian Lustosa de Sousa
4009-6671
Av Barao de Studart. 2626
Fortaleza, Ceará
Ana Angelica N Andrade
3257-9408
Av Pontes Vieira 2551
Fortaleza, Ceará
Ana Angelica Andrade da Luz
(85) 3272-6800
Av Pontes Vieira 2531
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Ricardo de Araujo Lima
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R Papi Junior 1222
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Luciano Antonio Melo Aguiar
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Paulo Roberto de Souza Coelho
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Ana Paula Nunes Constancio
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Identificando o câncer de tireóide

Câncer de Tireóide

Image O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino.  Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço.

Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados.

Sintomas
A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide.

Fatores de Risco
A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide.

Tratamento
O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha.
O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total.

Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total.
   

Fonte: INCA - Ministério da Saúde
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