Identificando o câncer de tireóide Erechim, Rio Grande do Sul
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Marcelo Luis Dotto
(51) 3715-6586
R Borges de Medeiros 300 - Sl. 306
Santa Cruz Do Sul, Rio Grande do Sul
Marcelo Luis Dotto
(51) 3715-6586
R Borges de Medeiros 300 - Sl. 306
Santa Cruz Do Sul, Rio Grande do Sul BR.96810-130
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Maria da Graca C. Vidal
(55) 217-4346
Pinheiro Machado 2380 - Sala 804
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Maria da Graca C. Vidal
(55) 217-4346
Pinheiro Machado 2380 - Sala 804
Santa Maria, Rio Grande do Sul BR.99070-410
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Luciano Niemeyer Gomes
(53) 3025-6305
R Santos Dumont 172 - Sala:602
Pelotas, Rio Grande do Sul
Luciano Niemeyer Gomes
(53) 3025-6305
R Santos Dumont 172 - Sala:602
Pelotas, Rio Grande do Sul BR.96020-380
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Mauber Eduardo S Moreira
(55) 3222-0155
Pinheiro Machado 2380 - Bloco B Sala 610
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Mauber Eduardo S Moreira
(55) 3222-0155
Pinheiro Machado 2380 - Bloco B Sala 610
Santa Maria, Rio Grande do Sul BR.99070-410
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Virginia Ribas
513-3467
R Vinte e Quatro de Outubro 838 - Sl. 710
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Virginia Ribas
513-3467
R Vinte e Quatro de Outubro 838 - Sl. 710
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ricardo Preger
(51) 3328-2035
Av Carlos Gomes 403 - Sl. 905
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Ricardo Preger
(51) 3328-2035
Av Carlos Gomes 403 - Sl. 905
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Moacir Andrade
(51) 3330-3705
R Miguel Tostes 823
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Moacir Andrade
(51) 3330-3705
R Miguel Tostes 823
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Luis Alberto Schlittler
(54) 3311-2578
R Uruguai 2001 - Blb 8 Andar
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
Luis Alberto Schlittler
(54) 3311-2578
R Uruguai 2001 - Blb 8 Andar
Passo Fundo, Rio Grande do Sul BR.99010-051
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Joao Ricardo Friedrisch
(51) 3333-7875
Alameda Eduardo Guimaraes 35
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Joao Ricardo Friedrisch
(51) 3333-7875
Alameda Eduardo Guimaraes 35
Porto Alegre, Rio Grande do Sul BR.90010-210
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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