Identificando o câncer de tireóide Fortaleza, Ceará
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Vladmir Pinheiro
32579556
isaac amarl 190
Fortaleza, Ceará
Vladmir Pinheiro
32579556
isaac amarl 190
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ricardo de Araujo Lima
3288-4575
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Ricardo de Araujo Lima
3288-4575
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Duilio Reis da Rocha Filho
3288-4638
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Duilio Reis da Rocha Filho
3288-4638
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Alberto Pereira da Silva
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Alberto Pereira da Silva
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Luciano Antonio Melo Aguiar
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Luciano Antonio Melo Aguiar
3288-4468
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ana Angelica N Andrade
3257-9408
Av Pontes Vieira 2551
Fortaleza, Ceará
Ana Angelica N Andrade
3257-9408
Av Pontes Vieira 2551
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Cassio Cortez dos Santos
3288-4575
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Cassio Cortez dos Santos
3288-4575
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Adriano Veras Oliveira
3298-6079
Est Siqueira do 163
Fortaleza, Ceará
Adriano Veras Oliveira
3298-6079
Est Siqueira do 163
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Celia Nogueira Barreira
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Celia Nogueira Barreira
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Marco Antonio Nasser Aguiar
3486-6446
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Marco Antonio Nasser Aguiar
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Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará BR.60050-070
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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