Identificando o câncer de tireóide Rio Claro, São Paulo
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Rosana C de O Regazzini
(16) 3625-2972
Rua Visconde de Inhauma 1650 - Sl. 22
Ribeirao Preto, São Paulo
Rosana C de O Regazzini
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Rua Visconde de Inhauma 1650 - Sl. 22
Ribeirao Preto, São Paulo BR.14025-030
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Silvio Ramon de Aquino Ayala
(11) 4224-2513
R Jose Benedetti 79
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Silvio Ramon de Aquino Ayala
(11) 4224-2513
R Jose Benedetti 79
Sao Caetano Do Sul, São Paulo BR.09531-000
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Silvia Candida Mauro
(11) 6468-0236
R dos Metalurgicos 32
Guarulhos, São Paulo
Silvia Candida Mauro
(11) 6468-0236
R dos Metalurgicos 32
Guarulhos, São Paulo BR.07013-131
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Alberto Rosenblatt
Rua Cunha Gago 152
São Paulo, São Paulo
Alberto Rosenblatt
Rua Cunha Gago 152
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ana Amélia Almeida
(11) 3068-0808
Rua Nove de Julho 4644
São Paulo, São Paulo
Ana Amélia Almeida
(11) 3068-0808
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Ribeiro Moura
(11) 3232-2119
Rua Conego Januario Barbosa 238
Sorocaba, São Paulo
Carlos Eduardo Ribeiro Moura
(11) 3232-2119
Rua Conego Januario Barbosa 238
Sorocaba, São Paulo BR.18010-060
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Sergio Carvalho
(17) 3222-7671
R Pernambuco 3441
Sao Jose Do Rio Preto, São Paulo
Sergio Carvalho
(17) 3222-7671
R Pernambuco 3441
Sao Jose Do Rio Preto, São Paulo BR.15010-110
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Paulo Eduardo Bispo dos Santos Prado
Av Waldir Felizola de Moraes 1707
Aracatuba, São Paulo
Paulo Eduardo Bispo dos Santos Prado
Av Waldir Felizola de Moraes 1707
Aracatuba, São Paulo BR.16052-810
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Sidnei Epelman
(11) 3887-0593
Av Nove de Julho 4275
São Paulo, São Paulo
Sidnei Epelman
(11) 3887-0593
Av Nove de Julho 4275
São Paulo, São Paulo BR.01308-050
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Gilson Luchesi Delgado
(15) 3334-3434
Rua Conego Januario Barbosa 238
Sorocaba, São Paulo
Gilson Luchesi Delgado
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Especialidade
Cancerologia
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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