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Identificando o câncer de tireóide Rio Verde, Goiás

Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.

Estanislau de Araujo Jorge
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Jales Benevides Santana Filho
(62) 3235-7200
R 1035 - Multimed
Goiania, Goiás
Edna Beatriz de Souza Alencar de Paiva
(62) 3241-4042
R 131 - 86 Belta Centro Medico
Goiania, Goiás
Osterno Queiroz da Silva
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Juan Manuel Rodriguez
(62) 3229-0004
R 5 - a N. 130 Quinto Andar
Goiania, Goiás
Maria Marcia de Queiroz
(62) 3212-7333
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Carlos Inacio de Paula
(62) 3202-4040
Avacoes Unidasdas 180
Goiania, Goiás
Orlando Milhomem da Mota
(62) 3225-3471
R 9 235 - Clin Sta Cecilia
Goiania, Goiás
Hilton Rinaldo Salles Piccelli
(62) 3281-8121
R 0148 - 634
Goiania, Goiás
Francisco de Assis F Dourado
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
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Identificando o câncer de tireóide

Câncer de Tireóide

Image O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino.  Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço.

Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados.

Sintomas
A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide.

Fatores de Risco
A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide.

Tratamento
O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha.
O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total.

Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total.
   

Fonte: INCA - Ministério da Saúde
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