Identificando o câncer de tireóide Salvador, Bahia
Saiba sobre o surgimento do câncer de tireóide. O autor explica que, essa forma de câncer é a mais comum, entre aquelas que afetam a região da cabeça e do pescoço. “A presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide”, ele descreve um dos sinais da doença.
Miguel Angelo R Brandao
(71) 3264-7277
Cancerologia Cirurgia Geral
Salvador, Bahia
Miguel Angelo R Brandao
(71) 3264-7277
Cancerologia Cirurgia Geral
Salvador, Bahia BR.40040-510
Especialidade
Cancerologia
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Alex Pimenta da Silva
(71) 3311-6500
Rua Altino Seberto de Barros - Cto Medico Linus Pauling 12 Andar
Salvador, Bahia
Alex Pimenta da Silva
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Salvador, Bahia BR.40040-510
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Maria Dolores Dorea
(71) 3343-8000
Salvador, Bahia
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Especialidade
Cancerologia
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Fernando Luiz Vieira Araujo
(71) 3340-0699
Av Tancredo Neves 16.º ANDAR - Sl 1601 - Edif Suarez Trade
Salvador, Bahia
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Salvador, Bahia BR.40040-510
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Roberto Hoskel Azoubel
713-3587
Av Acm 585 - C Médico Louis Pasteur S/508
Salvador, Bahia
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713-3587
Av Acm 585 - C Médico Louis Pasteur S/508
Salvador, Bahia BR.41815-300
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Cancerologia
Dados Divulgados por
Nubia Mendonca
(71) 3343-8000
Salvador, Bahia
Nubia Mendonca
(71) 3343-8000
Salvador, Bahia BR.40040-510
Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Anelisa K Coutinho
(71) 3264-7277
Cancerologia Cirurgia Geral
Salvador, Bahia
Anelisa K Coutinho
(71) 3264-7277
Cancerologia Cirurgia Geral
Salvador, Bahia BR.40040-510
Especialidade
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Maria Giselda N Rocha
(71) 2105-6565
Rua Altino Serberto de Barros - Ed. Linus Pauling 7 Andar
Salvador, Bahia
Maria Giselda N Rocha
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Rua Altino Serberto de Barros - Ed. Linus Pauling 7 Andar
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Dados Divulgados por
Marcos Valverde
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
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Especialidade
Cancerologia
Dados Divulgados por
Ana Christina S Rigobelo
(71) 3354-0430
R Hortencias ED COM ITAIGARA S405
Salvador, Bahia
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Especialidade
Cancerologia
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| O câncer da tireóide pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço e é três vezes mais freqüente no sexo feminino. Nos EUA, a doença corresponde a 3% de todos os cânceres que atingem o sexo feminino. No Brasil correspondeu a 1,3% de todos os casos de câncer matriculados no INCA de 1994 a 1998, e a 6,4% de todos os cânceres da cabeça e pescoço. Os carcinomas diferenciados são os mais freqüentes. Dentre eles existem o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular e o carcinoma de células de Hürthle. Entre os carcinomas pouco diferenciados temos carcinomas medulares e os carcinomas indiferenciados. Sintomas A presença de um nódulo na tireóide, região anterior baixa do pescoço, normalmente não é indicação da presença de um câncer. Entretanto, a ocorrência de nódulo tireoidiano em pacientes com história de irradiação prévia do pescoço ou história familiar de câncer da tireóide, é mais suspeito. Da mesma forma, a presença de nódulo tireoidiano, associado à presença de linfonodomegalia cervical (gânglios linfáticos aumentados no pescoço) e/ou ao sintoma de rouquidão, pode ser indicação de um tumor maligno na tireóide. Fatores de Risco A história de irradiação do pescoço, mesmo em baixas doses, assim como a ocorrência de câncer da tireóide na família, podem ser considerados fatores de risco para o câncer da tireóide. Tratamento O tratamento do câncer da tireóide é cirúrgico. A tireoidectomia total ou parcial (em casos indicados) é o tratamento de escolha. O tratamento dos carcinomas bem diferenciados (carcinoma papilífero e carcinoma folicular) depende dos fatores de risco, que indicarão a extensão da cirurgia e a necessidade da complementação terapêutica com o iodo radioativo. Já os outros tumores malignos da tireóide, deverão ser tratados com a tireoidectomia total. Em casos de tumores que apresentem disseminação para gânglios linfáticos cervicais, o tratamento do tumor primário deve ser associado ao esvaziamento cervical seletivo (retirada dos gânglios linfáticos relacionados). A complementação terapêutica com o iodo radioativo deve ser sempre utilizada em pacientes com carcinomas bem diferenciados, considerados de alto risco e submetidos a tireoidectomia total. Fonte: INCA - Ministério da Saúde ... |
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