Detectando a depressão pós-parto Campo Largo, Paraná
Conheça os fatores predisponentes e fisiopatológicos da depressão pós-parto. Entenda também sobre as bases do tratamento. "Os sintomas desta síndrome se iniciam logo nos primeiros dias do pós-parto, diminuindo pelo décimo quinto dia e se resolvendo logo depois", destaca o autor.
Amanapaz Psicologia Integrada S/s Ltda
(41) 3018-2877
r Atílio Bório, 456, Cristo Rei
Curitiba, Paraná
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Centro Integrado Psicologia Análise do Comportamento
(45) 3523-7694
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Foz do Iguaçu, Paraná
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Londrina, Paraná
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Cepef Centro de Psicoterapia Familiar S/c Ltda
(41) 3222-0755
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Curitiba, Paraná
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Clinica de Psicologia Aurea Santin Castoldi Ltda
(41) 3336-3238
r Anchieta,Pe, 1691, Sl 1105, Bigorrilho
Curitiba, Paraná
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Clínica de Psicologia Lara Stresser
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Av. São Paulo, 172. Sala 903.
Maringá, Paraná
Clínica de Nutrição e Psicologia
(45) 3572-1561
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Foz do Iguaçu, Paraná
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Consultório de Psicologia Priscila Foggiatto Andriguetto
(41) 3283-6283
r Veríssimo Marques, 1351 sl 3
São José dos Pinhais, Paraná
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| A incidência da Depressão no pós-parto é elevada chegando a percentual de 10 a 15% nas mulheres que amamentam. O período de maior incidência está em torno dos primeiros dias do pós-parto, mas esses números são confusos quando se tenta estabelecer diferenças entre Tristeza Materna (Maternity Blues), Depressão Pós-Parto e recorrência de Transtornos Bipolar no puerpério. A Psicose Puerperal é um quadro delirante, freqüentemente alucinatório, grave e agudo que aparece do segundo dia a 3 meses depois do parto. Atualmente se observa no CID.10 (Classificação Internacional de Doenças) uma tendência à considerá-la, juntamente com a Depressão Pós-parto, como um tipo de Transtorno do Humor, iniciada ou precipitada pelo puerpério. É prático dividir as alterações psíquicas mais comuns do puerpério em três tipos; a Tristeza Materna (Maternity Blues), a Psicose Puerperal e a Depressão Pós-parto (Cutrona, 1982). A Tristeza Materna atinge até dois terços das puérperas, desenvolve-se nos 10 primeiros dias de pós-parto e se caracteriza por irritabilidade, depressão, labilidade do humor, choro fácil e indisposição. Sua diferença com Depressão Pós-parto, apesar de não ser bem esclarecida pelos autores, parece ater-se ao grau de severidade e à evolução, bem menor e mais breve (Hapgood, 1988). Nossa opinião pessoal não é assim, e o curso e época de maior incidência entre esses dois quadros parecem ser muito diferentes. Estudos epidemiológicos têm estimado que mais de 80% das mulheres em idade reprodutiva, de modo geral, experimenta algum sintoma de humor deprimido. A Tristeza Materna (Blues), por sua vez, apresenta uma prevalência de 25 a 85%, dependendo do critério diagnóstico utilizado. Os sintomas desta síndrome se iniciam logo nos primeiros dias do pós-parto, diminuindo pelo décimo quinto dia e se resolvendo logo depois. Uma das características de diagnóstico para tristeza materna é que seus sintomas característicos não devem ser considerados suficientes para causar sérios danos para o funcionamento da mulher. E isso é diferente da Depressão Pós-parto. Em algumas mulheres, no entanto, o transtorno inicialmente tido como tristeza materna persiste, evoluindo para um quadro mais grave de Depressão Pós-parto. Entre os quadros de depressão iniciada no puerpério (tristeza materna, depressão pós-parto, episódio depressivo grave), aquela com características de um epis&oa... |
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