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Meios anestésicos no controle da dor Boa Vista, Roraima

Entenda sobre os sistemas analgésicos e avaliação da dor. “A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais”, descreve o autor. Conheça os dados sobre o controle da dor.

Paulo Emilio Mello Oliveira
(95) 224-3271
av Getulio Vargas, 923, e, Centro
Boa Vista, Roraima
DR Aurino José da Silva
(95) 224-4748
av Bejamin Constant, 636, Centro
Boa Vista, Roraima
Rocha DR
(95) 624-1129
av Ville Roy, 122, e, Centro
Boa Vista, Roraima
Iate Clube Boa Vista
(95) 623-4309
r Deuzita Mutran Paracat, 100
Boa Vista, Roraima
Dra Zara Fátima Botelho de Oliveira
(95) 224-7999
r Araújo Fl, 659, Centro
Boa Vista, Roraima
Clube Oficiais PM
(95) 623-2364
av Capitão ENE Garcez, Centro
Boa Vista, Roraima
Clube Oficiais 6 Bec
(95) 623-8996
av Cap e Arcez SN
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Fernando José Martins Ferreira
(95) 224-1433
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
Centro Psicoterapico Lotti Iris
(95) 224-0104
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
Luiz Renerys Lima Pinheiro
(95) 224-8437
tv Expedicionarios, 79, Centro
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Meios anestésicos no controle da dor

Dor

Image A Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.
Leia o artigo completo.

Iniciação da dor  

A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais. Há basicamente três tipos de estimulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios desses nervos.

1.       Variações mecânicas ou térmicas que ativam diretamente as terminações nervosas ou receptores.
2.       Fatores químicos libertados na área da terminação nervosa. Estes incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra celular aquando de lesões como os ions potássio, ácidos.
3.       Fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, histamina e as enzimas proteóliticas.

A dor e suas vias no encéfalo

  A dor mais significativa do ponto de vista terapêutico é quase sempre aquela que é produzida pela via lenta. A via rápida produz apenas sensações de dor localizadas e de duração relativamente curta que permitem ao organismo afastar-se do agente nociceptivo, mas geralmente não é causa de síndromes em que a dor seja a principal preocupação terapêutica. A dor crônica tem origem quando os impulsos recebidos pela via lenta são integrados na formação reticular do tronco cerebral e no tálamo. Já a este nível há percepção consciente vaga da dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado o córtex. O Tálamo envia os impulsos para o córtex somatosensor e para o giro cingulado. No córtex cingulado é processada a qualidade emocional ou afetiva da dor (sistema limbico), enviando impulsos de volta para o córtex somatosensor. É aí que se originam qualidades mais precisas, como tipo de dor, localização e ansiedade emocional. A dor tem um efeito de estimulação da maioria dos circuitos neuronais. Estes efeitos são devidos à ativação de circuitos a nível dos núcleos intralaminares do tálamo e das formações reticulares pelos axônios de tipo C (lentos) que aí terminam. A ativação por estas fibras das fo...

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