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Meios anestésicos no controle da dor Camaçari, Bahia

Entenda sobre os sistemas analgésicos e avaliação da dor. “A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais”, descreve o autor. Conheça os dados sobre o controle da dor.

Carla Rangel Leite Freitas
(71) 3378-4282
Lauro de Freitas, Bahia
Patricia Maria Almeida Silva
(71) 3206-4444
Avenida Santos Dumont - Estrada do Coco Km 01
Lauro de Freitas, Bahia
Maria do Carmo Santos Godinho
713-2375
R João das Botas 14 - S/202 C M João Botas
Salvador, Bahia
Roberto Vieira Pinto
(71) 3358-2641
Av Acm - Centro Medico Louis Pasteur Sala 905
Salvador, Bahia
Maria de Fátima Fonseca Magalhães
(71) 3241-4419
R Lima e Silva 320 - Ed.Tabajara S/109110
Salvador, Bahia
Nelson Salles Neto
(71) 3378-3566
Rua Jose Ernesto dos Santos 01 01 - Sala 101
Lauro de Freitas, Bahia
Monica Maya Fujimori
(71) 3203-2200
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Salvador, Bahia
Maria de Fátima V Albuquerque
(71) 3243-6963
Av Sete de Setembro 29 - Ed São Luiz S/202
Salvador, Bahia
Gildete Santos Silva
(71) 3359-2563
Av Acm 2501 - S/509
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Maria Auxiliadora S Haanwinckel
(71) 3350-6156
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Salvador, Bahia
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Meios anestésicos no controle da dor

Dor

Image A Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.
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Iniciação da dor  

A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais. Há basicamente três tipos de estimulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios desses nervos.

1.       Variações mecânicas ou térmicas que ativam diretamente as terminações nervosas ou receptores.
2.       Fatores químicos libertados na área da terminação nervosa. Estes incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra celular aquando de lesões como os ions potássio, ácidos.
3.       Fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, histamina e as enzimas proteóliticas.

A dor e suas vias no encéfalo

  A dor mais significativa do ponto de vista terapêutico é quase sempre aquela que é produzida pela via lenta. A via rápida produz apenas sensações de dor localizadas e de duração relativamente curta que permitem ao organismo afastar-se do agente nociceptivo, mas geralmente não é causa de síndromes em que a dor seja a principal preocupação terapêutica. A dor crônica tem origem quando os impulsos recebidos pela via lenta são integrados na formação reticular do tronco cerebral e no tálamo. Já a este nível há percepção consciente vaga da dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado o córtex. O Tálamo envia os impulsos para o córtex somatosensor e para o giro cingulado. No córtex cingulado é processada a qualidade emocional ou afetiva da dor (sistema limbico), enviando impulsos de volta para o córtex somatosensor. É aí que se originam qualidades mais precisas, como tipo de dor, localização e ansiedade emocional. A dor tem um efeito de estimulação da maioria dos circuitos neuronais. Estes efeitos são devidos à ativação de circuitos a nível dos núcleos intralaminares do tálamo e das formações reticulares pelos axônios de tipo C (lentos) que aí terminam. A ativação por estas fibras das fo...

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