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Meios anestésicos no controle da dor Juazeiro do Norte, Ceará

Entenda sobre os sistemas analgésicos e avaliação da dor. “A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais”, descreve o autor. Conheça os dados sobre o controle da dor.

Denise Nunes Oliveira
3088-2440
R Nunes Valente 2105
Fortaleza, Ceará
Amancio de Jesus Ferreira Costa
R Vicente Padilha 512
Fortaleza, Ceará
Jose Pedro Menezes Silva
3267-6625
R Tomas Rodrigues 60
Fortaleza, Ceará
Heloisa Beatriz de Holanda
3271-2091
R Doutor Jose Furtado 1660
Fortaleza, Ceará
Maria Helena Magalhaes Albuquerque
(85) 3227-0322
Rua Professor Francisco Gonçalves 47
Fortaleza, Ceará
Maria Lucia Martins de Aragao
3244-2527
R Cel Juca 1367
Fortaleza, Ceará
Maria Leides P Albuquerque
3279-5028
R Alice 425
Fortaleza, Ceará
Maria de Fatima V de Azevedo
3226-4213
Av Santos Dumont 840
Fortaleza, Ceará
Adriana Alencar Araujo
3288-4494
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Erlane Marques Ribeiro
(85) 3244-7899
R. Des. Leite Albuquerque 158 - Aldeota
Fortaleza, Ceará
Dados Divulgados por
 
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Meios anestésicos no controle da dor

Dor

Image A Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.
Leia o artigo completo.

Iniciação da dor  

A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais. Há basicamente três tipos de estimulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios desses nervos.

1.       Variações mecânicas ou térmicas que ativam diretamente as terminações nervosas ou receptores.
2.       Fatores químicos libertados na área da terminação nervosa. Estes incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra celular aquando de lesões como os ions potássio, ácidos.
3.       Fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, histamina e as enzimas proteóliticas.

A dor e suas vias no encéfalo

  A dor mais significativa do ponto de vista terapêutico é quase sempre aquela que é produzida pela via lenta. A via rápida produz apenas sensações de dor localizadas e de duração relativamente curta que permitem ao organismo afastar-se do agente nociceptivo, mas geralmente não é causa de síndromes em que a dor seja a principal preocupação terapêutica. A dor crônica tem origem quando os impulsos recebidos pela via lenta são integrados na formação reticular do tronco cerebral e no tálamo. Já a este nível há percepção consciente vaga da dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado o córtex. O Tálamo envia os impulsos para o córtex somatosensor e para o giro cingulado. No córtex cingulado é processada a qualidade emocional ou afetiva da dor (sistema limbico), enviando impulsos de volta para o córtex somatosensor. É aí que se originam qualidades mais precisas, como tipo de dor, localização e ansiedade emocional. A dor tem um efeito de estimulação da maioria dos circuitos neuronais. Estes efeitos são devidos à ativação de circuitos a nível dos núcleos intralaminares do tálamo e das formações reticulares pelos axônios de tipo C (lentos) que aí terminam. A ativação por estas fibras das fo...

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