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Meios anestésicos no controle da dor Jundiaí, São Paulo

Entenda sobre os sistemas analgésicos e avaliação da dor. “A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais”, descreve o autor. Conheça os dados sobre o controle da dor.

Sodre Sodre
(14) 3522-2633
Rua Pedro de Toledo 613
Lins, São Paulo
Eduardo Emilio de Souza Baena
(11) 4427-4242
Avenida Portugal 53
Santo Andre, São Paulo
Evaldo Jose Bizachi Rodrigues
(19) 3234-9409
Rua Barata Ribeiro 280
Campinas, São Paulo
Leonardo Parr S. Fernandes
(142) 105-4560
R. Dr. Próspero Cecílio Coimbra 80 sala 5- 2° andar
Marilia, São Paulo
Tania Regina de Oliveira
(15) 3272-2862
Benjamim Constant 556 - Casa
Itapetininga, São Paulo
Toebaldo Carvalho
(11) 4221-1791
Rua Nilo Peçanha 46
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Alberto Felipe Gomez da Costa
4229-3668
Rua Amazonas 4500
Araras, São Paulo
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Paulo Roberto Aben Athar Veiros
(11) 4025-0386
Rua Convenção 550 - Subsolo
Itu, São Paulo
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Meios anestésicos no controle da dor

Dor

Image A Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.
Leia o artigo completo.

Iniciação da dor  

A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais. Há basicamente três tipos de estimulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios desses nervos.

1.       Variações mecânicas ou térmicas que ativam diretamente as terminações nervosas ou receptores.
2.       Fatores químicos libertados na área da terminação nervosa. Estes incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra celular aquando de lesões como os ions potássio, ácidos.
3.       Fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, histamina e as enzimas proteóliticas.

A dor e suas vias no encéfalo

  A dor mais significativa do ponto de vista terapêutico é quase sempre aquela que é produzida pela via lenta. A via rápida produz apenas sensações de dor localizadas e de duração relativamente curta que permitem ao organismo afastar-se do agente nociceptivo, mas geralmente não é causa de síndromes em que a dor seja a principal preocupação terapêutica. A dor crônica tem origem quando os impulsos recebidos pela via lenta são integrados na formação reticular do tronco cerebral e no tálamo. Já a este nível há percepção consciente vaga da dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado o córtex. O Tálamo envia os impulsos para o córtex somatosensor e para o giro cingulado. No córtex cingulado é processada a qualidade emocional ou afetiva da dor (sistema limbico), enviando impulsos de volta para o córtex somatosensor. É aí que se originam qualidades mais precisas, como tipo de dor, localização e ansiedade emocional. A dor tem um efeito de estimulação da maioria dos circuitos neuronais. Estes efeitos são devidos à ativação de circuitos a nível dos núcleos intralaminares do tálamo e das formações reticulares pelos axônios de tipo C (lentos) que aí terminam. A ativação por estas fibras das fo...

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