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Meios anestésicos no controle da dor Passos, Minas Gerais

Entenda sobre os sistemas analgésicos e avaliação da dor. “A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais”, descreve o autor. Conheça os dados sobre o controle da dor.

Hector Luis Coraspe Leon
(34) 3318-9200
Rua Constituiçao 751 - 751
Uberaba, Minas Gerais
Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
Av Professor Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose Carlos Rodrigues Sary Eldin
(31) 3356-4580
Av.Joao Cesar de Olivei 650 - Sala 10
Contagem, Minas Gerais
Antonio Fernandes de Oliveira
323-2125
Rua Delfim Moreira 71 - Sobrado
Juiz de Fora, Minas Gerais
Monica Maria Demas Alvares Cabral
3248-9750
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marcio Luis de Souza Alves
(35) 3712-3000
Rua Paraiba 672
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Jose Henrique Macedo Cerqueira
3275-4499
Av do Contorno 9797
Belo Horizonte, Minas Gerais
Eduardo F. Tavares
(32) 3241-6327
Av Rio Branco 2001 sala 1501
Juiz de Fora, Minas Gerais
Terezinha de Oliveira Ribeiro
(32) 3332-1165
Barbacena, Minas Gerais
Marcelo Noce Rocha
(31) 2105-6344
Afonso Pena 2436 - 3º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Meios anestésicos no controle da dor

Dor

Image A Dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.
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Iniciação da dor  

A dor é uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais. Há basicamente três tipos de estimulos que podem levar à geração dos potenciais de ação nos axônios desses nervos.

1.       Variações mecânicas ou térmicas que ativam diretamente as terminações nervosas ou receptores.
2.       Fatores químicos libertados na área da terminação nervosa. Estes incluem compostos presentes apenas em células íntegras, e que são libertados para o meio extra celular aquando de lesões como os ions potássio, ácidos.
3.       Fatores libertados pelas células inflamatórias como a bradicinina, a serotonina, histamina e as enzimas proteóliticas.

A dor e suas vias no encéfalo

  A dor mais significativa do ponto de vista terapêutico é quase sempre aquela que é produzida pela via lenta. A via rápida produz apenas sensações de dor localizadas e de duração relativamente curta que permitem ao organismo afastar-se do agente nociceptivo, mas geralmente não é causa de síndromes em que a dor seja a principal preocupação terapêutica. A dor crônica tem origem quando os impulsos recebidos pela via lenta são integrados na formação reticular do tronco cerebral e no tálamo. Já a este nível há percepção consciente vaga da dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado o córtex. O Tálamo envia os impulsos para o córtex somatosensor e para o giro cingulado. No córtex cingulado é processada a qualidade emocional ou afetiva da dor (sistema limbico), enviando impulsos de volta para o córtex somatosensor. É aí que se originam qualidades mais precisas, como tipo de dor, localização e ansiedade emocional. A dor tem um efeito de estimulação da maioria dos circuitos neuronais. Estes efeitos são devidos à ativação de circuitos a nível dos núcleos intralaminares do tálamo e das formações reticulares pelos axônios de tipo C (lentos) que aí terminam. A ativação por estas fibras das fo...

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