Evite acidentes na abertura de ampolas Natal, Rio Grande do Norte
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Londrina, Paraná
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São José dos Campos, São Paulo
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São Paulo, São Paulo
(13) 3233-7143
Santos, São Paulo
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Timóteo, Minas Gerais
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Arroio do Meio, Rio Grande do Sul
(54) 313-3095
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
(86) 222-4772
Teresina, Piauí
(21) 3394-7015
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Evite acidentes na abertura de ampolas
| Evite acidentes na abertura de ampolas |
| Os acidentes de cortes e perfurações decorrentes da quebra de ampolas são mais comuns do que se imagina. Por isso, é muito importante a divulgação da maneira adequada para se efetuar este procedimento. Quando a ampola vinha acompanhada da "serrinha", a quebra era feita de maneira quase intuitiva. Com a evolução da preocupação com a saúde do trabalhador, esse método foi substituído por sistemas mais modernos de ruptura, mas não se treinou o profissional para a correta quebra da ampola. Atualmente, existem dois sistemas para ruptura de ampolas: o anel de ruptura (ou vibrac), e o OPC (One Point Cut, ou Único Ponto de Abertura). Para abrir as ampolas de forma segura, existem algumas observações a serem seguidas (ver fotos): - a ampola deve ser mantida inclinada (aproximadamente 45°), minimizando o risco de que partículas de vidro caiam dentro da ampola e que o material envasado seja desperdiçado; - com aponta dos polegares, fazer apoio no estrangulamento. Com os dedos indicadores, envolver a parte superior da ampola, pressionando-a para trás; - no caso do sistema OPC, o processo é o mesmo, mas o ponto de tinta deve estar para frente, do lado oposto aos polegares. É importante lembrar que as luvas devem ser usadas quando indicada... |


O sistema de anel de ruptura é, atualmente, o mais comum no Brasil, adotado em cerca de 85% das ampolas fabricadas aqui. Nesse tipo de ampola, é aplicado um anel de tinta que, após o processo de cura/têmpera, penetra no vidro, fragilizando-o na área de aplicação, ou seja, no estrangulamento da ampola. Segundo a empresa Schott, fabricante de ampolas e frascos de vidro para soluções parenterais, algumas das vantagens desse sistema, comparado ao OPC, são o processo de fabricação, que é mais simples, e os vários posicionamentos possíveis para a abertura da ampola.
O sistema OPC é usado nas demais ampolas nacionais. Neste sistema, é feita uma pequena incisão na região do estrangulamento da ampola. Além disso, é aplicado um ponto de tinta alguns milímetros acima, e na mesma direção da incisão, para servir de orientação para a posição correta no momento da abertura da ampola. Uma das vantagens desse sistema é que não há desprendimento de tinta, juntamente com as partículas de vidro, no momento da quebra da ampola; além disso, há redução de 50% da tensão da força de ruptura; outra vantagem é que a probabilidade de geração de pontas no local da quebra é bem menor.