Evite acidentes na abertura de ampolas São Leopoldo, Rio Grande do Sul
(51) 3207-3497
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
(55)34143981
Uruguaiana, Rio Grande do Sul
51-3029-5352
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
(513) 233-3533
PORTO ALEGRE, Rio Grande do Sul
55 3027-6465
Santa Maria, Rio Grande do Sul
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Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul
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Porto Alegre, Rio Grande do Sul
(519) 676-3309
Esteio, Rio Grande do Sul
(548) 145-6155
BG, Rio Grande do Sul
(513) 045-1834
viamão, Rio Grande do Sul
Evite acidentes na abertura de ampolas
| Evite acidentes na abertura de ampolas |
| Os acidentes de cortes e perfurações decorrentes da quebra de ampolas são mais comuns do que se imagina. Por isso, é muito importante a divulgação da maneira adequada para se efetuar este procedimento. Quando a ampola vinha acompanhada da "serrinha", a quebra era feita de maneira quase intuitiva. Com a evolução da preocupação com a saúde do trabalhador, esse método foi substituído por sistemas mais modernos de ruptura, mas não se treinou o profissional para a correta quebra da ampola. Atualmente, existem dois sistemas para ruptura de ampolas: o anel de ruptura (ou vibrac), e o OPC (One Point Cut, ou Único Ponto de Abertura). Para abrir as ampolas de forma segura, existem algumas observações a serem seguidas (ver fotos): - a ampola deve ser mantida inclinada (aproximadamente 45°), minimizando o risco de que partículas de vidro caiam dentro da ampola e que o material envasado seja desperdiçado; - com aponta dos polegares, fazer apoio no estrangulamento. Com os dedos indicadores, envolver a parte superior da ampola, pressionando-a para trás; - no caso do sistema OPC, o processo é o mesmo, mas o ponto de tinta deve estar para frente, do lado oposto aos polegares. É importante lembrar que as luvas devem ser usadas quando indicada... |


O sistema de anel de ruptura é, atualmente, o mais comum no Brasil, adotado em cerca de 85% das ampolas fabricadas aqui. Nesse tipo de ampola, é aplicado um anel de tinta que, após o processo de cura/têmpera, penetra no vidro, fragilizando-o na área de aplicação, ou seja, no estrangulamento da ampola. Segundo a empresa Schott, fabricante de ampolas e frascos de vidro para soluções parenterais, algumas das vantagens desse sistema, comparado ao OPC, são o processo de fabricação, que é mais simples, e os vários posicionamentos possíveis para a abertura da ampola.
O sistema OPC é usado nas demais ampolas nacionais. Neste sistema, é feita uma pequena incisão na região do estrangulamento da ampola. Além disso, é aplicado um ponto de tinta alguns milímetros acima, e na mesma direção da incisão, para servir de orientação para a posição correta no momento da abertura da ampola. Uma das vantagens desse sistema é que não há desprendimento de tinta, juntamente com as partículas de vidro, no momento da quebra da ampola; além disso, há redução de 50% da tensão da força de ruptura; outra vantagem é que a probabilidade de geração de pontas no local da quebra é bem menor.