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Evite acidentes na abertura de ampolas Vila Velha, Espírito Santo

"Os acidentes de cortes e perfurações decorrentes da quebra de ampolas são mais comuns do que se imagina", alerta o autor. Saiba qual é o procedimento adequado para a abertura da ampola. Aprenda a manipular os medicamentos em segurança.

Escola de Aviação (Comissário de Voo)
(27) 3035-2855
Vitória (Espírito Santo)
Vitória, Espírito Santo
Escola Brasileira de Medicina Chinesa - Unidade Vila Velha
(27) 3032-7242
Rua Antônio Ataíde, 681
Vila Velha, Espírito Santo
Madeira e Madeira Cursos Livres
(27) 3229-7497
r Antônio Ataide, 744, sl 101, Centro
Vila Velha, Espírito Santo
SENAI Serv Nacional de Aprendizagem Indl
(27) 3339-0584
rod Darly Santos, Nossa Senhora Da Penha
Vila Velha, Espírito Santo
Luciano B Faria
(27) 3329-1356
r Dom Pedro II, 301, fu, Gloria
Vila Velha, Espírito Santo
Comissario de Bordo
(27) 3035-2855
http://comissariodevoovitoriaes.blogspot.com/
Vitória, Espírito Santo
Centro Educacional Promove
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Olivel Repres Ltda
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av Carlos Lindenberg, 5786, Jardim Marilândia
Vila Velha, Espírito Santo
Flavio S Cosmo
(27) 3319-3261
av Perimetral, 200, an 3, Coqueiral De Itaparica
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Laudiceia Freitas
(27) 3329-7610
r Belo Horizonte, 43, Itapoã
Vila Velha, Espírito Santo
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Evite acidentes na abertura de ampolas

Evite acidentes na abertura de ampolas

Os acidentes de cortes e perfurações decorrentes da quebra de ampolas são mais comuns do que se imagina. Por isso, é muito importante a divulgação da maneira adequada para se efetuar este procedimento.

 Quando a ampola vinha acompanhada da "serrinha", a quebra era feita de maneira quase intuitiva. Com a evolução da preocupação com a saúde do trabalhador, esse método foi substituído por sistemas mais modernos de ruptura, mas não se treinou o profissional para a correta quebra da ampola.

Atualmente, existem dois sistemas para ruptura de ampolas: o anel de ruptura (ou vibrac), e o OPC (One Point Cut, ou Único Ponto de Abertura).

Image O sistema de anel de ruptura é, atualmente, o mais comum no Brasil, adotado em cerca de 85% das ampolas fabricadas aqui. Nesse tipo de ampola, é aplicado um anel de tinta que, após o processo de cura/têmpera, penetra no vidro, fragilizando-o na área de aplicação, ou seja, no estrangulamento da ampola. Segundo a empresa Schott, fabricante de ampolas e frascos de vidro para soluções parenterais, algumas das vantagens desse sistema, comparado ao OPC, são o processo de fabricação, que é mais simples, e os vários posicionamentos possíveis para a abertura da ampola.

Image O sistema OPC é usado nas demais ampolas nacionais. Neste sistema, é feita uma pequena incisão na região do estrangulamento da ampola. Além disso, é aplicado um ponto de tinta alguns milímetros acima, e na mesma direção da incisão, para servir de orientação para a posição correta no momento da abertura da ampola. Uma das vantagens desse sistema é que não há desprendimento de tinta, juntamente com as partículas de vidro, no momento da quebra da ampola; além disso, há redução de 50% da tensão da força de ruptura; outra vantagem é que a probabilidade de geração de pontas no local da quebra é bem menor.

Para abrir as ampolas de forma segura, existem algumas observações a serem seguidas (ver fotos):

- a ampola deve ser mantida inclinada (aproximadamente 45°), minimizando o risco de que partículas de vidro caiam dentro da ampola e que o material envasado seja desperdiçado;

- com  aponta dos polegares, fazer apoio no estrangulamento. Com os dedos indicadores, envolver a parte superior da ampola, pressionando-a para trás;

- no caso do sistema OPC, o processo é o mesmo, mas o ponto de tinta deve estar para frente, do lado oposto aos polegares.

É importante lembrar que as luvas devem ser usadas quando indicada...

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