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Experimento de eliminação do mosquito da dengue Passos, Minas Gerais

Confira o estudo sobre a eliminação do mosquito transmissor da dengue. Avalie os resultados dos ensaios em viveiros. Entenda sobre a os métodos de controle do Aedes aegytpi e a taxa de sobrevivência em laboratório após alguns testes.

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Experimento de eliminação do mosquito da dengue

Vírus da Dengue
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Image Cientistas estudam uma bactéria que poderá eliminar o mosquito transmissor do vírus da dengue.

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Controlar a propagação dos mosquitos utilizando bactérias poderia praticamente eliminar a transmissão da dengue, que mata cerca de 12.500 pessoas por ano.

Os métodos tradicionais para controlar a propagação do mosquito que transmite a doença, tal como usar mosquiteiros e drenagem das zonas úmidas, ainda não são totalmente eficazes para o Aedes aegytpi.

Scott O'Neill e sua equipe, um geneticista da Universidade de Queensland em Brisbane, na Austrália já desenvolveu uma maneira de matar o mosquito antes do vírus da dengue se tornar   maduro o suficiente para infectar as pessoas, se forem mordidos.

A equipe utilizou uma estirpe do inseto-infecting pipientis bactéria Wolbachia, que normalmente infecta moscas de frutos e provoca-os a morrer muito cedo. Ao proceder à adaptação da bactéria para infectar o mosquito   A. aegytpi, a equipe esperava que o mosquito morrese.

Após tentativas infrutíferas para infectar os mosquitos da dengue com a ocorrência natural de forma W. Pipientis, a equipe trabalhou em uma cultura da bactéria com as células do mosquito. Durante um período de três anos, algumas das bactérias adaptadas com sucesso para que eles possam infectar mosquitos fêmeas.

Os cientistas descobriram que a vida dos mosquitos infectados era de cerca de 30 dias, cerca de metade do esperado de 60 dias, taxa de sobrevivência de laboratório.

 

A equipe criou as fêmeas infectadas para produzir populações inteiras de mosquitos infectados, que também viveram   por apenas 30 dias. "Fomos capazes de mostrar que, quando os mosquitos transportam estas bactérias, a sua vida adulta é de aproximadamente pela metade", afirma O'Neill.

 

As conclusões da equipe são publicados no Science1.  

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