Publi Saúde

Identificando a vaginose bacteriana Brasília, DF

Conheça os sinais apresentados pela infecção dos tecidos vaginais. O autor descreve os sintomas e as causas do contágio da bactéria gardnerella vaginalis. Saiba quais são as implicações da vaginose bacteriana.

Gilson Luiz Fidelis da Silva
(32) 453-5330
Brasilia, DF
Nenio Neniomar de Carvalho
Sgas 910 - Ed. Mix Parkbloco Asalas 221/223
Brasilia, DF
Marcia Nobrega de Queiroz
(61) 3248-6166
Qi 15 Cons 05 Hospital Brasilia 15 - Area Especial
Brasilia, DF
Maria Jose Netto de Souza
324-5433
Brasilia, DF
Rachel Costa Vinhaes dos Reis
(61) 3245-1322
716 Sul Bloco C 12
Brasilia, DF
Sebastião Maluf
(33) 522-2320
Brasilia, DF
Agustin Nieto Rey
(32) 248-1450
Brasilia, DF
Cezar Augusto Pigatto
Seps 715 - /915 Bloco C 1º Andar Sala 104 Hospital São Lucas
Brasilia, DF
Maria Julita Palmeira Rodrigues
(33) 262-4770
Sdn Cj.a Conj. Nacional 4º Andar Sl. 4.104
Brasilia, DF
Vitoria Celia de Bessa e Souza
Shls 716 - Cent.Clin.Sul Torre I S/104
Brasilia, DF
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Identificando a vaginose bacteriana

Vaginose bacteriana

Image A gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal normal na maioria das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria, temos um quadro que convencionou-se chamar de vaginose bacteriana .

Usa-se esse termo para diferenciá-lo da vaginite, na qual ocorre uma verdadeira infecção dos tecidos vaginais. Na vaginose, as lesões dos tecidos não existem ou são muito discretas, caracterizando-se apenas pelo rompimento do equilíbrio microbiano vaginal normal.

A vaginose por gardnerella pode não apresentar manifestações clínicas (sinais ou sintomas). Quando ocorrem, estas manifestações caracterizam-se por um corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado, com bolhas esparsas em sua superfície e com um odor ativo desagradável. O prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes, mas não é comum. Após uma relação sexual, com a presença do esperma no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre.

Foi detectada uma maior incidência da vaginose bacteriana em mulheres que tem múltiplos parceiros sexuais.

No homem pode ser causa de uretrite e, eventualmente, de balanopostite (inflamação do prepúcio e glande). A uretrite é geralmente assintomática e raramente necessita de tratamento. Quando presentes os sintomas restringem-se a um prurido (coceira) e um leve ardor (queimação) miccional. Raramente causa secreção (corrimento) uretral. No homem contaminado é que podemos falar efetivamente que se trata de uma doença sexualmente transmissível.

  Nosso organismo,   desde o nascimento, entra em contacto com germes (bactérias, vírus, fungos etc) os quais vão se localizando na pele e cavidades (boca, vagina, uretra, intestinos etc) caracterizando o que se chama de flora microbiana normal. Normal porque é inexorável e porque estabelece um equilíbrio harmônico com o nosso organismo.

Existem condições em que este equilíbrio pode se desfazer (outras infecções, uso de antibióticos, “stress”, depressão, gravidez, uso de DIU, uso de duchas vaginais sem recomendação médica etc) e determinar o predomínio de um ou mais de seus germes componentes, causando então o aparecimento de uma infecção.

Sinônimos
Vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana.

Agente
Gardnerella vaginalis.

Conseqüências
Infertilidade, salpingite, endometrite, DIP, aborto. aumento do risco de infecç&a...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde