Publi Saúde

Identificando a vaginose bacteriana Natal, Rio Grande do Norte

Conheça os sinais apresentados pela infecção dos tecidos vaginais. O autor descreve os sintomas e as causas do contágio da bactéria gardnerella vaginalis. Saiba quais são as implicações da vaginose bacteriana.

Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Tereza Cristina Moura Rebelo
843-2315
R Coronel Auris Coelho 400
Natal, Rio Grande do Norte
Tatiana Vieira Freire Borges
(84) 3207-0362
Av. das Alagoas 4117
Natal, Rio Grande do Norte
Francisco Edilson Leite P.Junior
(08) 4222-8577
R.Joao Virgilio Sw Miranda 553
Natal, Rio Grande do Norte
Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Valdelucia de Pontes
(84) 3211-0075
Av. Campos Sales 624
Natal, Rio Grande do Norte
Sandra Dias de M. Dantas
(84) 3212-1222
Av. Campos Sales 847
Natal, Rio Grande do Norte
Terezinha Maria Gama
(84) 3616-1030
Av. Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Ivan Barroca
(84) 3222-5201
Rua Jundiai 350
Natal, Rio Grande do Norte
Gilson Godoy de Souza e Silva
(84) 3219-5651
Av. Praia de Ponta Negra 8892
Natal, Rio Grande do Norte
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Identificando a vaginose bacteriana

Vaginose bacteriana

Image A gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal normal na maioria das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria, temos um quadro que convencionou-se chamar de vaginose bacteriana .

Usa-se esse termo para diferenciá-lo da vaginite, na qual ocorre uma verdadeira infecção dos tecidos vaginais. Na vaginose, as lesões dos tecidos não existem ou são muito discretas, caracterizando-se apenas pelo rompimento do equilíbrio microbiano vaginal normal.

A vaginose por gardnerella pode não apresentar manifestações clínicas (sinais ou sintomas). Quando ocorrem, estas manifestações caracterizam-se por um corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado, com bolhas esparsas em sua superfície e com um odor ativo desagradável. O prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes, mas não é comum. Após uma relação sexual, com a presença do esperma no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre.

Foi detectada uma maior incidência da vaginose bacteriana em mulheres que tem múltiplos parceiros sexuais.

No homem pode ser causa de uretrite e, eventualmente, de balanopostite (inflamação do prepúcio e glande). A uretrite é geralmente assintomática e raramente necessita de tratamento. Quando presentes os sintomas restringem-se a um prurido (coceira) e um leve ardor (queimação) miccional. Raramente causa secreção (corrimento) uretral. No homem contaminado é que podemos falar efetivamente que se trata de uma doença sexualmente transmissível.

  Nosso organismo,   desde o nascimento, entra em contacto com germes (bactérias, vírus, fungos etc) os quais vão se localizando na pele e cavidades (boca, vagina, uretra, intestinos etc) caracterizando o que se chama de flora microbiana normal. Normal porque é inexorável e porque estabelece um equilíbrio harmônico com o nosso organismo.

Existem condições em que este equilíbrio pode se desfazer (outras infecções, uso de antibióticos, “stress”, depressão, gravidez, uso de DIU, uso de duchas vaginais sem recomendação médica etc) e determinar o predomínio de um ou mais de seus germes componentes, causando então o aparecimento de uma infecção.

Sinônimos
Vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana.

Agente
Gardnerella vaginalis.

Conseqüências
Infertilidade, salpingite, endometrite, DIP, aborto. aumento do risco de infecç&a...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde