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Identificando a vaginose bacteriana Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Conheça os sinais apresentados pela infecção dos tecidos vaginais. O autor descreve os sintomas e as causas do contágio da bactéria gardnerella vaginalis. Saiba quais são as implicações da vaginose bacteriana.

Maria Ester W. G. Carvalho
513-2227
R Tobias da Silva 253 - Sl. 306
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Carlos de Menezes Castro
(51) 3212-0067
Andradas 1137 - Conj. 1713
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Clarice Schutz Maurique
(51) 3225-4882
Pc Dom Feliciano 26 - Sl. 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Renata Recondo
513-2325
R Jose de Alencar 521 - Sl. 509
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Caroline Muller Machado
(51) 3314-5200
Mostardeiro 17 17
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Adriana Schilling Rache
(51) 3224-4023
Rua Luciana de Abreu 267 - Ap. 202
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Catarina Laboure Martins Costa
(51) 3225-7736
Praça Dom Feliciano 26 - Sl. 401
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Emery Halfen Ladeira
(51) 3228-5418
R Doutor Flores 330 - Sl. 65
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Stela Maris Reveilleau
(51) 3233-4492
R Jose de Alencar 386 - Sl. 604
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Heitor Hentschel
(51) 3311-9522
Rua Ramiro Barcelos 910 - Conjunto 901
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Identificando a vaginose bacteriana

Vaginose bacteriana

Image A gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal normal na maioria das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria, temos um quadro que convencionou-se chamar de vaginose bacteriana .

Usa-se esse termo para diferenciá-lo da vaginite, na qual ocorre uma verdadeira infecção dos tecidos vaginais. Na vaginose, as lesões dos tecidos não existem ou são muito discretas, caracterizando-se apenas pelo rompimento do equilíbrio microbiano vaginal normal.

A vaginose por gardnerella pode não apresentar manifestações clínicas (sinais ou sintomas). Quando ocorrem, estas manifestações caracterizam-se por um corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado, com bolhas esparsas em sua superfície e com um odor ativo desagradável. O prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes, mas não é comum. Após uma relação sexual, com a presença do esperma no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre.

Foi detectada uma maior incidência da vaginose bacteriana em mulheres que tem múltiplos parceiros sexuais.

No homem pode ser causa de uretrite e, eventualmente, de balanopostite (inflamação do prepúcio e glande). A uretrite é geralmente assintomática e raramente necessita de tratamento. Quando presentes os sintomas restringem-se a um prurido (coceira) e um leve ardor (queimação) miccional. Raramente causa secreção (corrimento) uretral. No homem contaminado é que podemos falar efetivamente que se trata de uma doença sexualmente transmissível.

  Nosso organismo,   desde o nascimento, entra em contacto com germes (bactérias, vírus, fungos etc) os quais vão se localizando na pele e cavidades (boca, vagina, uretra, intestinos etc) caracterizando o que se chama de flora microbiana normal. Normal porque é inexorável e porque estabelece um equilíbrio harmônico com o nosso organismo.

Existem condições em que este equilíbrio pode se desfazer (outras infecções, uso de antibióticos, “stress”, depressão, gravidez, uso de DIU, uso de duchas vaginais sem recomendação médica etc) e determinar o predomínio de um ou mais de seus germes componentes, causando então o aparecimento de uma infecção.

Sinônimos
Vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana.

Agente
Gardnerella vaginalis.

Conseqüências
Infertilidade, salpingite, endometrite, DIP, aborto. aumento do risco de infecç&a...

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