Publi Saúde

Identifique o Distúrbio de Déficit de Atenção - DDA Florianópolis, Santa Catarina

Saiba como identificar os sintomas do Distúrbio de Déficit de Atenção - DDA. Confira a descrição do comportamento apresentado por pacientes que sofrem de DDA. Confira tambérm, o teste específico para ajudar a mapear os sintomas.

Instituto Evoluzione Centro de Saude S/s
(48) 3028-1980
r Ângelo La Porta, 170, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Instituto Muller-Granzotto Psiologia Clínica
(48) 3334-8372
r Irmão Joaquim, 169, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
NED CONSULTORIA.COM (PERFORMANCE EMPRESARIAL E ESPORTIVA)
(48) 96345448
Rua Lauro Linhares, 1075
Florianopolis, Santa Catarina
Ipp Instituto de Pesq Psicologicas de Joinville Ltda
(47) 3453-3000
r José,S, 348, Anita Garibaldi
Joinville, Santa Catarina
Consultório de Psicologia
(47) 96040097
Rua 3300, 360
Balneário Camboriú, Santa Catarina
Espaco Clinica de Atendimento Psicologico e Fonoaudiologico Ltda
(48) 3223-4519
r Ferreira Lima, 10, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Clínica Espaço Psicologia e Fonoaudiologia Ltda
(48) 3224-2748
r Ferreira Lima, 52, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Clínica Centrap
(47) 3433-7449
av Juscelino Kubistchek, 410 bl B Sl 508, Centro
Joinville, Santa Catarina
Psicóloga Raquel F Pinheiro em BLUMENAU
47 3339-2572
Rua frei José 180
Blumenau, Santa Catarina
Psicóloga Daniela Justino de Castro
48 3224-5417
R. Jerônimo Coelho, 383 - sala 305 - Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Identifique o Distúrbio de Déficit de Atenção - DDA

Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)
Normal 0 21 MicrosoftInternetExplorer4 /∗ Style Definitions ∗/ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman";}

 

O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológica no córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos dos sintomas discutidos nesse capítulo, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.

O DDA tem sido de particular interesse para mim nos últimos 15 anos. A propósito, dois dos meus três filhos têm essa síndrome. Eu digo às pessoas que entendo mais de DDA do que gostaria. Através de uma pesquisa feita com SPECT na minha clínica, com imagens cerebrais e trabalho genético feito por outras, descobrimos que o DDA é basicamente uma disfunção geneticamente herdada do córtex pré-frontal, devido, em parte, a uma deficiência do neurotransmissor dopamina.

Aqui estão algumas das características comuns do DDA, que claramente ligam essa doença ao córtex pré-frontal.

Quanto mais você tenta, pior fica

A pesquisa mostrou que quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios. Um homem com DDA de quem eu tratei disse-me que sempre que seu chefe o pressionava para que fizesse um trabalho melhor, seu desempenho piorava muito, ainda que estivesse tentando melhorar. A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios. Eu descobri que isso é essencial para pessoas com DDA. Quando o chefe as estimula a fazer melhor de modo positivo, elas se tornam mais p...

Clique aqui para ler este artigo no Publi Saúde