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Informe-se sobre o câncer de fígado Cachoeirinha, Rio Grande do Sul

Entenda o câncer de fígado. O autor explica os tipos de diagnósticos, os tipos de câncer no fígado, e os tipos de tratamentos específicos desse câncer. “Apesar de não estar entre as neoplasias mais prevalentes, o câncer de fígado requer alta complexidade no seu diagnóstico e proficiência no tratamento”, comenta o autor.

Moacir Andrade
(51) 3330-3705
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Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Ricardo Preger
(51) 3328-2035
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Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Carlos Daniel Jaeger
(51) 3312-1233
Rua Felipe Camarao 688 - Cj. 302
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Gessie Anne Lopes
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Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Lauro Jose Gregianin
(51) 3333-7933
Olavo Bilac 805
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Marcelo Warlet Machado
(51) 3328-2035
Av Carlos Gomes 403 - Sl. 905
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Joao Ricardo Friedrisch
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Jalise Wolski de Oliveira
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Antonio Fabiano Ferreira Filho
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Virginia Ribas
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Informe-se sobre o câncer de fígado

Câncer de fígado

Image Apesar de não estar entre as neoplasias mais prevalentes, o câncer de fígado requer alta complexidade no seu diagnóstico e proficiência no tratamento. Porém, de acordo com os dados consolidados sobre mortalidade por câncer no Brasil em 1999, o câncer de fígado e vias biliares ocupava a sétima posição, sendo responsável por 4.682 óbitos.

O câncer de fígado é dividido em duas categorias: o primário do fígado e o secundário, ou metastático (originado em outro órgão e que atinge também o fígado). O termo "primário do fígado" é usado nos tumores originados no fígado, como o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular (tumor maligno primário mais freqüente que ocorre em mais de 80% dos casos), o colangiocarcinoma (que acomete os ductos biliares dentro do fígado), angiossarcoma (tumor do vaso sangüíneo) e, na criança, o hepatoblastoma .

Epidemiologia

Hepatocarcinoma

O hepatocarcinoma não consta no Brasil entre os dez mais incidentes, segundo dados obtidos dos Registros de Base Populacional existentes. Sua taxa de incidência padronizada por 100 mil habitantes variava de 1,07 em Belém, em 1988, a 9,34, em Porto Alegre, em 1991 em homens; em mulheres de 0,28, em Belém, em 1988, a 7,04 em Goiânia em 1990. O sudeste da Ásia, Japão e África do Sul apresentam uma incidência particularmente alta de carcinoma hepatocelular, enquanto que nos Estados Unidos, Grã Bretanha e região norte da Europa é raro encontrar este tipo histológico de tumor, observando-se taxas inferiores a 1 por cada 100 mil habitantes O carcinoma hepatocelular   ocorre em uma frequência três vezes maior em homens do que em mulheres. A faixa etária, com maior predomínio nos Estados Unidos e Europa, está localizada entre a 6ª e 7ª década, enquanto que, nas áreas de grande incidência, o tumor ocorre em pacientes mais jovens, entre a 3ª e 5ª década. A forma fibrolamelar do carcinoma hepatocelular acomete pacientes mais jovens (5-35 anos) e, quando ressecável, o seu prognóstico é tido por alguns como melhor em comparação com os outros hepatocarcinomas.  

Colangiocarcinoma
O colangiocarcinoma   é responsável por 5% dos casos de tumor primário do fígado e ocorre geralmente entre a 6ª e 7ª década de vida.  

Metástases Hepáticas
Estudos de necrópsia mostraram que pacientes que morrem de alguma forma de câncer podem apresentar metástase para o fígado em ...

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