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Procedimentos de reanimação cardio-respiratória Ji-Paraná, Rondônia

Conheça os procedimentos para reanimar vítimas de parada cardíaca. O autor descreve as formas de diagnosticar o problema e as técnicas para o suporte avançado de vida. Entenda também, as características clínicas da parada cardíaca.

Wolney Ricardo Lima e Silva
(69) 422-3535
av Marechal Rondon, 1238
Ji-Paraná, Rondônia
Marina Stela Dutra Prado
(69) 421-2548
av Padre Adolfo Rohl, 878
Ji-Paraná, Rondônia
Rosimeiri Oliveira Moura
(69) 421-4414
av Brasil, 2297
Ji-Paraná, Rondônia
Manoel Carlos Policarpo
(69) 421-4031
av Marechal Rondon, 1810, sl 5
Ji-Paraná, Rondônia
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Procedimentos de reanimação cardio-respiratória

Reanimação cardio respiratória
Image Procedimentos e técnicas para o suporte avançado de vida
- Diagnóstico
- Monitoração
- Disposição e manutenção de via venosa
- Drogas
- Desfibrilação (se indicada)
- Determinar a ressussitabilidade (prognóstico)
- Dedicar-se à terapia intensiva
- Diminuir o dano cerebral, se ocorrer

Diagnóstico da Parada Cardíaca

Definição: classificada como a cessação brusca da circulação sistêmica no paciente que não sofre de doença crônica irreversível, neste caso, por questões diversas, não proceder.

Diagnóstico: único e exclusivamente por ausência de pulso periférico palpável (não utilizar estetoscópio).

Clinicamente, a parada cardíaca pode ocorrer por quatro características: fibrilação ventricular, assistolia, taquicardia ventricular sem pulso palpável e dissociação eletromecânica. Mesmo que o paciente esteja monitorado, o diagnóstico é confirmado pela verificação da ausência de pulso.

Parada Cardíaca

Instantaneamente o paciente perde a consciência em 15 segundos. Dilatação pupilar máxima entre 30 e 60 segundos. Após 5 minutos sem circulação pode ocorrer síndromes pós-reanimação:

Edema
Dano cerebral, geralmente redundando em morte cerebral.

Procedimentos Clínicos

Insuflação dos pulmões do paciente com Ambu
Ar enriquecido com oxigênio.
Colocar cânula orofaríngea.
Acesse as vias venosas o mais rápido possível.
Desfibrilação em caso de fibrilação ventricular:

Neste caso, o tratamento mais efetivo é a desfibrilação elétrica. Para boa efetividade do procedimento, deverá ser feita com o nível de energia apropriado, e também a rapidez de aplicação, quanto mais rápida, melhor o êxito. Um fator que torna a desfibrilação mais complicada é a temperatura ventricular baixa.

Características do desfibrilador

O aparelho está desempenhado para dar impulsos elétricos no tórax pelos seus eletrodos. A energia poderá vir da fonte elétrica ou através de uma bateria. Quando os botões são ativados, a energia se propaga em até 30 milissegundos. O nível de energia é medido em joules.

Técnicas

Desfibrilação externa transtorácica

primeira desfibrilação - 200 joules segunda desfibrilação - 280 joules ...

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