Procedimentos de reanimação cardio-respiratória Mossoró, Rio Grande do Norte
Conheça os procedimentos para reanimar vítimas de parada cardíaca. O autor descreve as formas de diagnosticar o problema e as técnicas para o suporte avançado de vida. Entenda também, as características clínicas da parada cardíaca.
Ana MF R Castro
(31) 3281-5557
r Marquesa de Santos, 2727, sl 206, Minaslandia (primeiro De Maio)
Belo Horizonte, Minas Gerais
Igor G Torres
(61) 345-6856
r Sgas, 914, lot 63 sl 201
Brasília, DF
Nordeste Segurança Val Ltda
(81) 3441-5444
r Ferreira Lopes, 476
Recife, Pernambuco
Consórcio Saga Compra Programada Brastemp
(99) 524-4712
r Ceará, 578, sl 25, Mercadinho
Imperatriz, Maranhão
Marinete P Pinto
(24) 3835-1179
r Durv P Sto, Carabuçu
Carabucu, Rio de Janeiro
IBESI Instituto Brasileiro de Ensino e Sistema
(11) 3701-0275
R Tabapuã, 497, Itaim Bibi
São Paulo, São Paulo
Prisma Contabilidade
(11) 4488-3327
r J Mendes Jr, 63
Francisco Morato, São Paulo
Espaço Cultural Vila Esperança
(62) 371-2132
r Pe Felipe Laddet, 32, Goiás
Goias, Goiás
Fucapi Fundação Centro Análise Pesquisa e Inovação Tecnologia
(92) 613-2525
r Danilo de Matos Areosa, 381, Compensa
Manaus, Amazonas
CPM Escola Estadual 1 Grau Emil Glitz
(55) 3333-5770
r L Terra, 272, Ijuí
Ijui, Rio Grande do Sul
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| Reanimação cardio respiratória |
Procedimentos e técnicas para o suporte avançado de vida - Diagnóstico - Monitoração - Disposição e manutenção de via venosa - Drogas - Desfibrilação (se indicada) - Determinar a ressussitabilidade (prognóstico) - Dedicar-se à terapia intensiva - Diminuir o dano cerebral, se ocorrer Diagnóstico da Parada Cardíaca Definição: classificada como a cessação brusca da circulação sistêmica no paciente que não sofre de doença crônica irreversível, neste caso, por questões diversas, não proceder. Diagnóstico: único e exclusivamente por ausência de pulso periférico palpável (não utilizar estetoscópio). Clinicamente, a parada cardíaca pode ocorrer por quatro características: fibrilação ventricular, assistolia, taquicardia ventricular sem pulso palpável e dissociação eletromecânica. Mesmo que o paciente esteja monitorado, o diagnóstico é confirmado pela verificação da ausência de pulso. Parada Cardíaca Instantaneamente o paciente perde a consciência em 15 segundos. Dilatação pupilar máxima entre 30 e 60 segundos. Após 5 minutos sem circulação pode ocorrer síndromes pós-reanimação: Edema Dano cerebral, geralmente redundando em morte cerebral. Procedimentos Clínicos Insuflação dos pulmões do paciente com Ambu Ar enriquecido com oxigênio. Colocar cânula orofaríngea. Acesse as vias venosas o mais rápido possível. Desfibrilação em caso de fibrilação ventricular: Neste caso, o tratamento mais efetivo é a desfibrilação elétrica. Para boa efetividade do procedimento, deverá ser feita com o nível de energia apropriado, e também a rapidez de aplicação, quanto mais rápida, melhor o êxito. Um fator que torna a desfibrilação mais complicada é a temperatura ventricular baixa. Características do desfibrilador O aparelho está desempenhado para dar impulsos elétricos no tórax pelos seus eletrodos. A energia poderá vir da fonte elétrica ou através de uma bateria. Quando os botões são ativados, a energia se propaga em até 30 milissegundos. O nível de energia é medido em joules. Técnicas Desfibrilação externa transtorácica primeira desfibrilação - 200 joules segunda desfibrilação - 280 joules ... |
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