Procedimentos de reanimação cardio-respiratória São Paulo, São Paulo
Conheça os procedimentos para reanimar vítimas de parada cardíaca. O autor descreve as formas de diagnosticar o problema e as técnicas para o suporte avançado de vida. Entenda também, as características clínicas da parada cardíaca.
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Jacareí, São Paulo
Instituto Nacional do Potencial Humano
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Taubate, São Paulo
CDHP - Centro de Desenvolvimento Humano e Profissional
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Campinsa, São Paulo
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Dínamus Desenvolvimento Humano
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São Caetano do Sul, São Paulo
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| Reanimação cardio respiratória |
Procedimentos e técnicas para o suporte avançado de vida - Diagnóstico - Monitoração - Disposição e manutenção de via venosa - Drogas - Desfibrilação (se indicada) - Determinar a ressussitabilidade (prognóstico) - Dedicar-se à terapia intensiva - Diminuir o dano cerebral, se ocorrer Diagnóstico da Parada Cardíaca Definição: classificada como a cessação brusca da circulação sistêmica no paciente que não sofre de doença crônica irreversível, neste caso, por questões diversas, não proceder. Diagnóstico: único e exclusivamente por ausência de pulso periférico palpável (não utilizar estetoscópio). Clinicamente, a parada cardíaca pode ocorrer por quatro características: fibrilação ventricular, assistolia, taquicardia ventricular sem pulso palpável e dissociação eletromecânica. Mesmo que o paciente esteja monitorado, o diagnóstico é confirmado pela verificação da ausência de pulso. Parada Cardíaca Instantaneamente o paciente perde a consciência em 15 segundos. Dilatação pupilar máxima entre 30 e 60 segundos. Após 5 minutos sem circulação pode ocorrer síndromes pós-reanimação: Edema Dano cerebral, geralmente redundando em morte cerebral. Procedimentos Clínicos Insuflação dos pulmões do paciente com Ambu Ar enriquecido com oxigênio. Colocar cânula orofaríngea. Acesse as vias venosas o mais rápido possível. Desfibrilação em caso de fibrilação ventricular: Neste caso, o tratamento mais efetivo é a desfibrilação elétrica. Para boa efetividade do procedimento, deverá ser feita com o nível de energia apropriado, e também a rapidez de aplicação, quanto mais rápida, melhor o êxito. Um fator que torna a desfibrilação mais complicada é a temperatura ventricular baixa. Características do desfibrilador O aparelho está desempenhado para dar impulsos elétricos no tórax pelos seus eletrodos. A energia poderá vir da fonte elétrica ou através de uma bateria. Quando os botões são ativados, a energia se propaga em até 30 milissegundos. O nível de energia é medido em joules. Técnicas Desfibrilação externa transtorácica primeira desfibrilação - 200 joules segunda desfibrilação - 280 joules ... |
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